domingo, 10 de abril de 2011

Ai se sêsse

Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse de São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse te dizer qualquer tolice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Da vês que nois dois ficasse
Da vês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse e as virgi toda fugisse

*Zé da Luz*

quinta-feira, 31 de março de 2011

Se um cachorro fosse professor


SE UM CACHORRO FOSSE PROFESSOR, VOCÊ APRENDERIA COISAS ASSIM:

Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado... volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Seja leal.
Coma só o suficiente.
Nunca pretenda ser o que você não é.
E o MAIS importante de tudo: Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

“E nós precisamos aprender isto com um animal que dizem ser irracional”.

*E-mail circulado na internet*

terça-feira, 29 de março de 2011

Bom descanso, guerreiro!



"Não tenho medo da morte, porque não sei o que é a morte. A gente não sabe se a morte é melhor ou pior. Eu não quero viver nenhum dia que não possa ser objeto de orgulho" José de Alencar.

* 17/10/1931
† 29/03/2011

sábado, 26 de março de 2011

Espiritismo

- Em primeiro lugar, você acredita em Deus?
- Sim, acredito. Acho que nada existe por acaso neste nosso Universo infinito.
- E você já pensou no que acontece com as pessoas após a morte do corpo físico?
- Bem... Sempre achei que não temos condições de saber o que acontece e, na verdade, a vida atribulada que levamos no nosso dia a dia não nos dá muito tempo para ficarmos pensando sobre isso. Mas, em princípio, acho que quem for mau, será punido e quem for bom, será premiado, de alguma forma. Pelo menos, foi assim que sempre aprendi com meus pais e nas aulas de religião que tive, quando criança, na Igreja que freqüentava.
- Você acha, então, que os bons irão para o Céu e os maus para o Inferno?
- Sim. Mais ou menos isso.
- Você acha que o Céu é lugar de felicidade, Roberto?
- Sim. Eu acho.
- E que no Céu só podem está os bons?
- Sim.
- Você acha que os bons seriam felizes sabendo que outros Espíritos estariam sofrendo, eternamente, no Inferno, sem poder ajudá-los ou seriam, realmente, bons se pudessem auxiliá-los?
A partir daquele momento, comecei a perceber alguma ponte de lógica no que aquela senhora estava falando.
Explicou-me que àqueles que erram, que cometem o mal, é dada a oportunidade de resgatar o que fizeram numa outra encarnação. –Quer dizer que reencarnamos? – perguntei a ela. E a mulher respondeu-me afirmativamente, com a maior convicção. Perguntou-me, então, como poderia ser explicado o fato de algumas pessoas nascerem em berço de ouro e outras sem nem terem um teto. Outras tantas que, apesar de paupérrimas, são criaturas tão bondosas e outras que, abastadas, são tão cruéis? Por que toda essa diferença, tornou a perguntar-me. E com respeito aos doentes, aos aleijados, às crianças que morrem em tenra idade? Seria Deus justo, permitindo tanta diferenciação entre seus filhos? Uns felizes, outros infelizes. Um bebê ao desencarnar iria para o Céu sem ter tido tempo suficiente para definir-se como bom ou mau? Não seria uma injustiça?
Em pouco tempo, dona Laura foi criando pontos de interrogação tão fortes em minha mente sobre coisas e fatos que eu nunca havia imaginado. Porém, com a mesma velocidade, começo a elucidá-los, um a um.
- Por isso, Roberto, somente o Espiritismo, com a reencarnação, pode dar explicação lógica para todos esses fatos tão inerentes à realidade do ser humano. Vou tentar explicar-lhe, em poucas palavras, o que vem a ser reencarnação, apesar de que, como já lhe disse, é preciso estudar bastante para conhecer os inúmeros detalhes que podem ocorrer no mundo espiritual. Preste atenção: O Espírito é criado por Deus, simples e ignorante, com a missão de depurar-se na prática do bem para poder elevar-se até planos mais altos, haja visto que a Terra é apenas um dos planos de vida do universo. Porém, o Espírito possui o livre arbítrio para fazer o Bem ou o mal. No caso deste nosso planeta, o Espírito reencarna muitíssimas vezes até se elevar, moralmente, no Bem. Se ele erra numa encarnação, lhe é dada uma nova oportunidade de aqui retornar para reparar o erro e ajustar-se junto àqueles mesmos Espíritos encarnados que ele possa ter prejudicado.
- Quer dizer que já vivemos outras encarnações?
- Pode ter certeza que sim.
- E como não nos lembramos?
- Não nos lembramos por única e exclusiva bondade de Deus, para que não vacilemos em nos modificar ante aqueles que também reencarnaram em nosso círculo de relacionamento.. E, nada mais justo que o Espírito que erra, reencarne em situação idêntica àquela por ele provocada para que, pela experiência, pela dor, repare o mal que, talvez, tenha cometido.
- Mas todos reencarnam para reparar algum mal?
- Nem todos. Muitos já são mais evoluídos e aqui vêm ter para ensinar alguma coisa aos outros, seja por palavras, seja por exemplos edificantes ou, simplesmente, para ajudar algum outro Espírito com o qual tenha afinidade. Somente a reencarnação pode explicar, por exemplo, as diferenças entre irmãos consaguíneos, que tiveram a mesma educação, o mesmo carinho e exemplos que são tão diferentes moralmente.

FRUNGILO JÚNIOR, Wilson. ALA DEZOITO. 5 ed. – Araras: Instituto de Difusão Espírita, 1995, p. 155-158.

*Livro excelente, vale a pena ler!*

sábado, 19 de março de 2011

Agradecimento especial


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POR TUDO DOU GRAÇAS A DEUS!

terça-feira, 15 de março de 2011

Ciclo


Eu não sei o que me domina
E mesmo assim não penso em me livrar
Num fascínio de alma gêmea
Você em mim constrói o seu lugar

O amor se fez me levando além onde ninguém mais
Criou raiz, ancorou de vez, fez de mim seu cais
Lendo a rota das estrelas

Nesse abraço se fez um ciclo
Que não tem fim e é todo o meu viver
É como alcançar o infinito
Reflete em mim e volta pra você

O amor se fez me levando além onde ninguém mais
Criou raiz, ancorou de vez, fez de mim seu cais
Lendo a rota das estrelas

O amor surgiu como um em mil, por você eu vim
E assim será a me conduzir, sem mandar em mim
Como o vento e o barco a vela, que nos leva sem fim

*Jorge Vercilo e Dudu Falcão*

sábado, 12 de março de 2011

No rumo da paz

Se você retirar a sombra da tristeza que lhe cobre o olhar, observará que o Sol e o Tempo renasceram, hoje, a fim de que possa refazer-se e recomeçar.
Não se sabe de ninguém que houvesse conseguido a restauração ou êxito em clima de desencanto.
Sorrir atraindo dedicações e possibilidades ou mostrar a face agoniada da irritação, suscitando adversários ou problemas, dependerá sempre de você mesmo.
Ódio e medo, inveja ou ciúme, desespero ou ressentimento desajustam a mente, e a mente desequilibrada envenena o corpo.
Procure ver o melhor dos outros, e dê aos outros o melhor de você, porque o pessimismo jamais edifica.
Você receberá auxílio e assistência na medida exata das suas prestações de serviço ao próximo, recebendo, ainda, por acréscimo, valiosas bonificações da Providência Divina.
Recordemos que, situar-nos nas dificuldades dos outros, de modo a senti-las como se fossem nossas, para auxiliar aos outros, sem exigência ou compensação, é a maneira mais justa de garantir a paz.
Lembremo-nos sempre de que a criatura humana, seja qual for a condição em que se encontre, conquanto as imperfeições ou fraquezas que ainda carregue, é um anjo em formação, caindo às vezes para levantar-se e aprender as lições do Bem, com mais segurança. E, segundo as leis da evolução, toda a criatura, a fim de burilar-se, é chamada a esforço máximo, na qual a dificuldade e o sofrimento estão incluídos por ingredientes de progresso e sublimação.
Por isto, em quaisquer ocasiões, seja de alegria ou inquietação, fracasso ou refazimento, se aspiramos a seguir para as vanguardas de elevação e felicidade, amor e luz, só nos resta uma solução: trabalhar.

*André Luiz*